Pedestres · transporte coletivo
Terminais de Transporte
Estudos da jornada do passageiro em estações e terminais, da chegada ao embarque, para avaliar acessos, controles, circulação e conexões.
Entrada, transferência, embarque
A jornada conecta decisões sucessivas
A capacidade de um elemento isolado não descreve toda a operação. Uma fila na bilhetagem pode afetar o acesso; uma escada pode transferir demanda para a plataforma; uma chegada de veículos pode inverter temporariamente o sentido predominante. O estudo acompanha essas dependências.
Explorador da jornada
Seis pontos de decisão da entrada ao embarque
Sequência esquemática. A acessibilidade é um requisito transversal em todas as etapas.
- 01Entorno e acessos
Chegada
Distribuição entre modos, calçadas, passarelas, pontos de parada e entradas.
- 02Saguão
Informação e bilhetagem
Escolhas de rota, compra ou validação e formação de filas antes do controle.
- 03Linha de bloqueios
Controle
Catracas, inspeção, canais acessíveis, taxas de atendimento e contingências.
- 04Conexões internas
Circulação
Corredores, rampas, escadas e elevadores com fluxos convergentes ou contrários.
- 05Plataforma ou baia
Espera
Distribuição no espaço, informação, filas de embarque e relação com áreas de circulação.
- 06Veículo e transferência
Embarque ou conexão
Troca entre modos, abertura de portas, desembarque e continuidade da jornada.
Método aplicado
Da capacidade do elemento à interação do sistema
Verificações localizadas
- Demanda e taxa de passagem em catracas, corredores, rampas e escadas.
- Largura útil, capacidade e nível de serviço no período definido.
- Triagem de elementos críticos e comparação direta de alternativas.
Dependências no tempo
- Chegadas em ondas, filas encadeadas e fluxos contrários.
- Decisão estratégica (destino), tática (rota) e operacional (próximo passo) entre níveis e plataformas.
- Esforço mínimo, inconveniência, frustração e desconforto podem alterar escolhas individuais diante das demais pessoas e dos obstáculos, conforme o modelo.
- Comparação de cenários físicos e operacionais com premissas documentadas.
Legion e Massmotion são exemplos históricos de ferramentas para modelar pedestres, quando pertinentes ao estudo. A Escala de Fruin pode apoiar a interpretação do nível de serviço conforme fonte e contexto, não atestar segurança. Resultados dependem de demanda, geometria, regras de operação e calibração; visualização 3D não valida o modelo.